Como dois manuais incompatíveis — Trump e Jobs — foram destilados em sete movimentos específicos para converter a Promédica no primeiro cliente da PreVita. Conversa com Henrique Sales, líder de estratégia comercial.
Negociação é simples. Você precisa querer a coisa. Mas a outra parte precisa precisar de você mais do que você precisa dela. Quando você encontra esse ponto — você ganhou.
Trump e Jobs parecem opostos. Um é pressão, poder e âncoras numéricas. O outro é silêncio, simplicidade e narrativa emocional. O que eles têm em comum é mais importante do que as diferenças: ambos controlam a realidade percebida pelo interlocutor antes que o interlocutor saiba que está sendo controlado. A PreVita precisa dos dois.
Cada movimento tem uma origem — Trump ou Jobs — e uma aplicação PreVita específica para a abordagem à Promédica.
Script da abertura da reunião com Luciana Valente, com anotações técnicas em tempo real.
A apresentação mais poderosa é aquela em que a audiência acredita que chegou à conclusão por conta própria.
Trump diz: chegue com poder, não com necessidade. Jobs diz: faça-os sentir a dor antes de mostrar o remédio. A PreVita aplica os dois ao mesmo tempo. O diagnóstico de exposição é o poder assimétrico de Trump. O processo de auditoria atual como vilão é o enquadramento de Jobs. O zero CAPEX remove o risco. O One More Thing — a espinha dorsal de dados do paciente do futuro — é o argumento que fica na cabeça da Luciana depois que ela sair da sala.
Não existe pitch perfeito. Existe preparação que faz o pitch parecer uma conversa.